Protocolos de Limpeza Hospitalar: Segurança em Primeiro Lugar
Saúde 10 Jan 2026 7 min de leitura

Protocolos de Limpeza Hospitalar: Segurança em Primeiro Lugar

Entenda as diferenças críticas entre limpeza comum e higienização técnica em ambientes de saúde.

Por Dra. Ana Silva

Especialista em Facilities

Em ambientes de saúde, a limpeza não é apenas uma questão estética, é uma barreira vital contra infecções. A higienização hospitalar exige rigor técnico, produtos específicos e profissionais altamente treinados.

Classificação de Áreas: O Primeiro Passo

Nem todas as áreas de um hospital são iguais. A ANVISA classifica os ambientes em três categorias, e cada uma exige um protocolo diferente:

  • Áreas Críticas: Onde existe risco aumentado de transmissão de infecções (UTIs, Centros Cirúrgicos). Exigem desinfecção terminal e concorrente diária.
  • Áreas Semicríticas: Onde há pacientes com doenças infecciosas de baixa transmissibilidade (Enfermarias, Ambulatórios).
  • Áreas Não Críticas: Áreas administrativas e de circulação geral.

Produtos e Tecnologias

O uso de hipoclorito de sódio ainda é comum, mas novas tecnologias como peróxido de hidrogênio acelerado e luz UV-C estão ganhando espaço pela eficácia e rapidez.

"A escolha do produto químico correto é tão importante quanto a técnica de aplicação. Um produto ineficaz pode criar uma falsa sensação de segurança."

Treinamento Contínuo

Na Gavi, nossos colaboradores passam por treinamentos mensais sobre:

  • Uso correto de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual)
  • Técnicas de fricção e tempo de contato dos desinfetantes
  • Fluxo de limpeza (do mais limpo para o mais sujo, do alto para baixo)

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